Ordem de Hermes

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Ordem de Hermes

Mensagem por Merlin em Qui Jul 09, 2015 5:59 am

Ordem de Hermes



"Nos pertence o trovão, a palavra e a inspiração. Quando todos os humanos
Ascenderem para a perfeição, a Ordem ascenderá para a glória."

Esfera de Especialização: Forças

Todas as Tradições afirmam ter uma história grandiosa que vem desde os tempos imemoriais, mas poucas podem se vangloriar de uma vida tão rica e significativa quanto a Ordem de Hermes. Herdeiros — ou sobreviventes — das ilustres Casas Herméticas da Alta Idade Mítica europeia, estes magos altivos resumem a imagem do feiticeiro clãssico: curvado sobre escrituras arcanas, eles traduzem numerologias esotéricas e conjeturam quais seriam as chaves arcanas do universo.

Antigamente, a Tradição era constituída de muitas Casas místikas menores, micro-Tradições agrupadas por uma ideologia, um código de honra e uma abordagem mágika comum. Para os Herméticos, a mágika — ou "a Arte"— era um campo de estudo quantificável, muito parecido com a ciência ou a gramática, com teoremas estabelecidos e lógicos. Com bastante estudo e dedicação, a realidade poderia ser dominada através do conhecimento e da perícia. Apesar de seus ensinamentos principais provirem de místikos egípcios e hebreus, as Ordens incorporaram variações enquanto expandiam sua influência por toda a Europa durante a Idade das Trevas.

Os Magos Herméticos estão entre os primeiros a reconhecer que as crenças compartilhadas estabeleciam um determinado paradigma sob o qual a mágika tornava-se mais ou menos difícil. Com esse conhecimento, os Herméticos iniciaram uma grande experiência: vivendo e trabalhando em público, eles difundiram a crença na mágika dentro de sua esfera de influência — a primeira tentativa de controlar as crenças dos Adormecidos em larga escala. Infelizmente, seus rivais da Ordem da Razão aprenderam a lição bem demais. Enquanto as Casas competiam
umas com as outras, com a Igreja e com os descendentes dos Wyck; os Tecnocratas acabaram roubando a realidade consensual das mãos dos Herméticos.

A maioria dos relatos diz que foi um magus Hermético que deu inicio à formação do Conselho dos Nove. Infelizmente, eles aprenderam rapidamente que suas divisões não eram nada comparadas às práticas mágikas do resto
do mundo. Outros grupos forçaram rapidamente uma união entre as Casas sob uma única Tradição Hermética, uma "desfeita" que a Ordem nunca esqueceu.

A Ordem de Hermes abomina a Tecnocracia devido ao seu papel na "queda" da Ordem, e levam a luta para todas as frentes de batalha. Através do apelo intelectual, controle político e social, e a moda esotérica, a Ordem espera enfraquecer o paradigma Tecnocrático e recuperar o controle da Roda do Destino. Lamentavelmente, seus esforços foram minados pela in-sisrência da tradição em rituais detalhados, sigilo e um estudo dedicado. Poucos místikos modernos têm tempo ou paciência para dominar as Artes Herméticas.

A formalidade Hermética é mais do que esnobismo; ela é um símbolo de honra, distinção e disciplina. Estes magi têm consciência de que poucos seriam capazes de igualar-se a eles em termos de dedicação e sentem que ganharam o respeito que reivindicavam. Aprender é mais do que uma tarefa para estes magi — é uma paixão pelo conhecimento, uma curiosidade sem fim pelos segredos do universo. A discrição também é uma característica fundamental; a Ordem sabe quantos rivais roubariam esses segredos para si. O progresso da Tecnocracia mostra o que acontece quando as chaves da realidade caem em mãos gananciosas. No entanto, os magi perseverantes colhem grandes recompensas.

A mágika Hermética utiliza os poderes elementais e pactos antigos com lordes Umbróides. A ética de trabalho da Ordem permite aos magi o acesso a bibliotecas imensas, Cortes Umbráticas, mágicas de longevidade e a Doissetep, a Capela mais poderosa que existe. Nenhuma outra Tradição tem a influência bruta — mortal ou não — das Casas Herméticas. Entretanto, o preço é considerável: longos anos de aprendizado, politicagem interminável, estudo dedicado e submissão a magi cujas vidas duram séculos. Para terminar, a maioria das outras Tradições desconfia dos Herméticos, temendo, talvez com razão, que os Magos estejam planejando tomar o controle se — ou quando — a Guerra da Ascensão for vencida.

Focos Comuns: Cânticos em Enoquiano e outras linguas obscuras, Pentagrama e Círculos, Selo de Salomão, Números Específicos, Bastões, Cetros e Espadas

Acólitos: Matemáticos, membros de organizações secretas (CIA, ordens místicas, o Arcano), cientistas, eruditos, editores

Conceitos: Escolástico, astrólogo, alquimista, linguista, mágico

Facções:
- Casa Bonisagus
- Casa Ex- Miscelanea
- Casa Flambeau
- Casa Fortunae
- Casa Janissari
- Casa Quaesitor
- Casa Shaea
- Casa Solificati
- Casa Thig
- Casa Tytalus

Fraquezas:
Embora a Ordem seja muito unificada e tenha vasto conhecimento, sua fragmenteação política e seu orgulho representam um empecílio à iluminação. A história Hermética está cheia de decisões que satisfazem egos, geraram ganho político ou foram tomadas porque a Ordem acreditava que seus estudos a colocavam acima dos intereces das outras Tradições.

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Merlin
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